APAE Anápolis realiza mais uma edição do Fórum do Trabalho

 

Hoje, segunda-feira, a APAE Anápolis recebeu em seu auditório autoridades - empresários e representantes do poder público; pais, alunos e colaboradores da APAE, em sua XI edição do Fórum do Trabalho. Para este debate, foi criada uma mesa redonda de debates que abordou o tema: “O trabalho como oportunidade de inclusão e autonomia para apessoa com deficiência intelectual e múltipla”. A mesa foi composta pelo professor e diretor do curso de administração da Unievangélica, Ms. Ieso Costa Marques, pela psicóloga Bruna Avelar Stival e pela assistente social Patrícia Souza Oliveira Ramos.

 

No início do evento, após o café da manhã, proferiram algumas palavras o presidente da APAE Anápolis, dr. Hélio José Lopes, o auto-defensor de Goiás, Victor Augusto e a diretora da escola Maria Montessori, Nelma Granja. Logo após a abertura oficial do evento, o aluno Yuri Raynam fez uma belíssima apresentação de dança a todos os presentes.

 

O ponto chave do dia, sem dúvida, foram as palestras ministradas pelos convidados da mesa de debates, moderada pelo professor Marcelo Mello. A primeira palestra foi proferida pelo professor Ieso Marques, que abordou diversos pontos referentes à como as empresas devem se preparar para receberem pessoas com deficiência. Enfatizou a importância de os recrutadores e gestores de empresas buscarem as potencialidades das PCDs e não apenas suas limitações.

 

A próxima palestrante foi a psicóloga Bruna Avelar Stival, que falou como é o recrutamento e as fases de adaptação das pessoas com deficiência dentro das empresas, citou também a importância do trabalho realizado pela APAE Anápolis na preparação das pessoas com deficiência para o mercado de trabalho.

 

Em seguida, a assistente social e coordenadora do Fórum Goiano de Inclusão no Mercado de Trabalho das Pessoas com Deficiência e dos Reabilitados pelo INSS (Fimtpoder), chamou a atenção dos convidados para a representatividade e para o protagonismo que as PCDs devem ter dentro das empresas. Citando a Lei Brasileira de Inclusão (LBI), a assistente social lembrou que hoje, os gestores não podem mais escolher vagas de menor importância apenas por se tratar de cargo direcionado a pessoas com deficiência e sim analisar as potencialidades de cada pessoa, para que essa possa desempenhar atividades em cargos relevantes de qualquer natureza, dando enfoque nas virtudes e não nas limitações.

 

 

 

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