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Central Solidária completa quatro anos de funcionamento

Departamento funciona na APAE ANÁPOLIS e é um dos responsáveis por angariar recursos financeiros para manter a instituição.

Implantada em 2017, a Central Solidária está completando quatro anos. Trata-se de um departamento onde se realiza a captação de recursos financeiros para a manutenção da APAE ANÁPOLIS e suas atividades junto às pessoas com deficiência. O objetivo é diversificar as fontes de captação de dinheiro, atuando diretamente junto aos moradores de Anápolis através do telemarketing. Desde então, os resultados do projeto vêm aumentando à medida que a solidariedade das pessoas também aumenta.

A cada ano, mais pessoas fazem parte deste projeto. “O sim que nossas operadoras recebem nas ligações, alimenta a esperança de que os recursos deste projeto serão cada vez maiores, em prol dos alunos e pacientes assistidos”, relata o Coordenador da Central Solidária, Cássio Correia.

Para o presidente da APAE ANÁPOLIS, Vander Lúcio Barbosa, a central também assume um papel importante ao ser uma comunicadora, tanto dos serviços oferecidos pela instituição quanto na oportunidade de contar histórias de superação, reabilitação e desenvolvimento. “As pessoas gostam de saber do nosso sucesso. É por isso que lançamos campanhas periódicas, amparadas por histórias reais de pacientes que foram muito ajudados pelas terapias que oferecemos”, relata.

Ainda de acordo com Vander, a arrecadação de doações feita pela Central Solidária tem ajudado a criar mais vagas nos programas de tratamento e acompanhamento, na compra de brinquedos e aquisição de material pedagógico, “Temos grandes conquistas alcançadas nestes quatro anos, mas a maior delas, com certeza foi tocar tantos corações generosos, dispostos a colaborar e garantir que nossa atuação seja cada vez mais abrangente”, completa ele.

Idealizadora do projeto, a superintendente da instituição, Nancy Oliveira, quis tocar o coração daqueles que podem contribuir. “Quem recebe uma ligação tem a oportunidade de saber onde exatamente sua doação será aplicada, através de explicações simples e diretas, o que aumenta muito as chances de um sim”, explica ela. De fato, a Central Solidária tem sido um sucesso, ajudando a equilibrar as contas da instituição.

O telemarketing atua ligando ou usando o Whatsapp para entrar em contato com as pessoas. O número de uma conta ou pix é disponibilizado, permitindo a doação. “Mas, qualquer um pode entrar em contato pelos telefones 3098 2525 e 3701 2525, para receber essas dados e doar quanto puder”, informa Vander. Os recursos advindos deste projeto são integralmente investidos nos serviços de educação, saúde e assistência social oferecidos pela APAE ANÁPOLIS. 

São desde os atendimentos dos mais de 450 alunos da escola Maria Montessori, até as terapias dos serviços de doenças raras, reabilitação intelectual, auditiva e física. “Essas atividades são desenvolvidas diariamente, visando atender todos os níveis de deficiência e estimulando a potencialidade de cada aluno ou paciente, a fim de garantir o maior desenvolvimento possível”, finaliza o presidente.

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APAE ANÁPOLIS promove inclusão de deficientes no mercado de trabalho

Ação conjunta entre ONG e empresas tem o aval do governo e torna a sociedade mais justa e tolerante

A APAE ANÁPOLIS iniciou mais uma parceria com empresas da cidade, no sentido de inserir no mercado de trabalho deficientes que tenham condições de realizar determinadas tarefas. Desta vez, a parceira foi a montadora de automóveis CAOA, que fica no Distrito Agro Industrial de Anápolis- DAIA. Cinco Alunos da Escola Maria Montessori, administrada pela APAE, foram selecionados para cumprir essa missão.

De acordo com o presidente da APAE ANÁPOLIS, Vander Lúcio Barbosa, o ingresso no mercado de trabalho é a maior vitória que a instituição pode ter no tratamento de pessoas com deficiência. “Nós fazemos o diagnóstico de problemas ainda nos primeiros dias de vida, através do Teste do Pezinho. Depois, oferecemos tratamentos diversos, melhorando a qualidade de vida, tanto de pacientes quanto da família. Mas quando um paciente ou aluno nosso alcança o mercado de trabalho, comemoramos uma vitória da sociedade”, declara.

Mas isso não é fácil. A inclusão da pessoa com deficiência intelectual ou múltipla no mundo do trabalho tem sido o grande desafio da Escola Maria Montessori, da APAE ANÁPOLIS. Para isso, o projeto Formação Inicial para o Trabalho – FIT propõe à pessoa com deficiência intelectual aprendizagem de valores, atitudes sociais e laborais, oportunizando o exercício da autogestão, autodefesa e o domínio de instrumentos básicos da cultura letrada, o que permite ao estudante melhor compreender e atuar no mundo do trabalho.

A dinâmica do FIT, desenvolvido pela APAE ANÁPOLIS, visa atender aprendizes e estudantes com deficiência intelectual e/ou transtornos, acima de 15 anos, matriculados na Escola Maria MontessorI. No contra turno, o estudante participa da Educação Especial de Jovens e Adultos – EEJA. Para a pessoa ingressar nesse programa é necessário ter laudo e passar por um processo avaliativo realizado pela equipe da coordenação Pedagógica da Escola Maria Montessori.

O projeto disponibiliza cursos específicos como Horta e Jardinagem, Corte e Costura, Culinária, Serigrafia e Limpeza. Também integra ao projeto, a modalidade dos Ciclos com conteúdos modulares composta de áreas temáticas relacionadas ao mundo do trabalho.

Devido a Pandemia as atividades práticas do FIT estão suspensas na escola, sendo desenvolvidas somente em casa, com orientação e intervenção dos profissionais das oficinas. “Oferecemos ao aluno ou paciente uma ampla visão de mundo, através de técnicas e tratamentos muito apurados e temos tido sucesso”, relata Vander. “No momento temos alunos trabalhando em várias empresas de Anápolis, como Granol, Geolab, Caoa, Floresta Supermercados, Hiper Vip, Super Vi, Mc Donald’s, Brainfarma, Teuto, Rio Vermelho e Pérola Supermercados”, completa.

Para chegarem nesse estágio, os estudantes passam por uma pré seleção dentro do Programa e são então enviado à empresa que dispõe de vagas. Depois, ele passa por uma seleção na empresa. Se for aprovado, segue realizando um treinamento para inserção no local. A Coordenação Pedagógica da Escola Maria Montessori assessora os aprendizes em todo o período da contratação e inserção no local determinado, assim como no período de adaptação.

Atualmente as reuniões tem ocorrido on line, com apoio dos empresários, liberando os participantes para aquele horário determinado. Essas reuniões tem sido com a coordenação pedagógica e/ou com a psicóloga da APAE ANÁPOLIS uma vez ao mês. O tempo que ficam depende do próprio trabalhador e seu desempenho. Na granol temos trabalhadores com 12 anos. Na Geolab 3 anos e, na Caoa, iniciamos a parceria recentemente com 5 alunos em áreas administrativas como auxiliares.

De acordo com a Superintendente da APAE ANÁPOLIS, Nancy Oliveira, o projeto FIT expressa uma opção do Movimento Apaeano por uma abordagem formadora e transformadora, visto que as pessoas com deficiência possuem direitos e deveres de cidadania, dotados de sentimentos, emoções, habilidades e competências que permitem sua inclusão no mundo do trabalho do trabalho.

“É um projeto muito importante, do qual nos orgulhamos do sucesso, uma vez que se trata do maior objetivo da nossa instituição, que é conseguir dar aos nossos alunos e pacientes a maior independência possível para que eles possam ser felizes e tornar alegre a vida daqueles que o amam também”, finaliza ela.

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Apae amplia oferta de atendimentos particulares e por planos de saúde

Instituição contratou seu terceiro geneticista. Os três são ou únicos que prestam serviços no Estado de Goiás

A APAE ANÁPOLIS conta agora com três geneticistas em seu quadro de especialistas. A contratação mais recente chega para atender à demanda por consultas particulares e por planos de saúde, já que os outros dois são para atendimento exclusivo pelo SUS. De acordo com o presidente da instituição, Vander Lúcio Barbosa, a APAE ANÁPOLIS tem se preocupado em não ficar alheia às necessidades dessa parcela da população. “Já somos muito presentes no atendimento público, mas estamos aumentando a oferta a quem tem condições de pagar, fortalecendo nosso caixa para poder cobrir as despesas do SUS, cuja tabela é defasada e gera um déficit constante”, explica ele.

Segundo Vander, são oito vagas para consultas toda sexta feira. Os interessados devem procurar a APAE ANÁPOLIS para agendamento, através do WhatsApae (62) 3098 2525 ou pelo telefone (62) 3098 3535. De acordo com ele, esta é uma prática moderna, adotada pelas mais bem sucedidas instituições filantrópicas e que tem gerado excelentes resultados para diminuir o déficit fiscal. “Atendemos a quem não pode pagar e também à quem pode. Assim, como não visamos lucro, temos recursos para cobrir aquilo que o SUS não nos repassa. Isso significa mais volume de atendimento e mais qualidade para todos”, declara.

Destaque nacional

Esse tipo de ação tem colocado a APAE ANÁPOLIS em destaque no cenário nacional. Recentemente ela foi reconhecida pela 5ª vez como uma das 100 melhores ONGs do Brasil e a melhor de Goiás. Também acaba de ser credenciada como CER IV, um título que apenas o CRER, em Goiânia, possuía em Goiás.

Isso significa que está em condições de atuar nos quatro tipos de reabilitação preconizados pelo Ministério da Saúde: intelectual, físico, auditivo e visual, com capacidade para 2.400 atendimentos mensais. Isso chamou a atenção do Congresso Nacional, que enviou representantes da Subcomissão de Doenças Raras à sua sede, resultando em mais recursos para complementar seu aparelhamento. “É por isso que somos referência no tratamento de doenças raras em todo o Centro-Oeste”, completa Vander.

Geneticista

Dentro do SUS, o geneticista é essencial para a APAE ANÁPOLIS, pelo fato dela ser referência no diagnóstico e tratamento de doenças raras, uma vez que são, em sua maioria, de origem genética. Eles interpretam exames e dizem a melhor forma de lidar com diversos tipos de problemas. O primeiro especialista chegou em 2016 e o segundo, no ano passado, conseguindo suprir a demanda da instituição no quesito de atendimento público. Entretanto, não havia vagas para particulares e planos de saúde. “É uma receita que podemos aproveitar sem comprometer o atendimento pelo SUS. E ir além, já que alguns exames, diagnósticos e tratamentos não são cobertos pelo governo, colocando Anápolis como a cidade com maior cobertura nessa área em todo o Estado”, pontua o presidente.

Segundo a médica Anna Karolinne Nascimento, uma das geneticistas da APAE ANÁPOLIS, entre esses tipos de serviços particulares e por anos de saúde está a elaboração de mapas genéticos, que podem indicar a presença de genes responsáveis por diversas doenças, como câncer ou má formação em bebês, por exemplo. “Dessa forma, pacientes que têm histórico de algum desses problemas na família, podem tomar medidas preventivas, o que é muito mais barato e eficaz do que um tratamento”, explica ela. Outro serviço é o aconselhamento de casais, que queiram incluir uma consulta ao geneticista à bateria de exames pré-nupciais. “É o que existe de mais moderno e avançado no mundo e está ao alcance da sociedade anapolina, que não precisa se deslocar a outros centros urbanos para realizar esse tipo de consulta ou exames. Na APAE ANÁPOLIS existem tanto os profissionais mais qualificados, quanto os equipamentos mais modernos disponíveis atualmente”, completa Vander.

Confira as especialidades da APAE ANÁPOLIS na área da Saúde:

Pneumopediatria – SUS

Neuropediatria – SUS e particular

Cardiopediatria – Particular

Endocrinopediatria – SUS e particular

Pediatria – SUS

Psiquiatria – SUS e particular

Hematologia – SUS

Endocrinologia e Metabologia – SUS

Fisiatria – SUS

Otorrinolaringologia – SUS

Genética – sus e particular

Reabilitação – SUS e particular

Neuropsicologia – particular

Psicologia – SUS e particular

Fisioterapia – SUS e particular

Terapia Ocupacional – SUS e particular

Fonoaudiologia – SUS e particular

Musicoterapia – SUS

Psicopedagogia – SUS